Descanso
Stop. Tal como acontece ao poeta, vozes carimbadas por timbres distintos insistem na pausa. Eis o momento esperado. As recentes e sufocantes enxaquecas dão o alerta. Encerro o ano de trabalho mais intenso e sufocante que a minha memória alcança. Na humilde mala carrego a ânsia da paz e levo comigo a descontracção que as férias exigem. No coração, transporto pessoas especiais, certa que o sabem sem reservas. A música, fiel companheira, acompanha-me. No regresso espero trazer o Sol e dar-vos muito, muito calor.
Um beijo doce a todos os que partilham comigo este canto.
E se não nos encontrarmos por Albufeira até dia 7, espero-vos no meu Alentejo, até começar tudo outra vez…